Arquivo de riscos - Ellux Consultoria https://elluxconsultoria.com.br/tag/riscos/ A ellux é uma empresa de consultoria em gestão da sustentabilidade econômica, ambiental e social, gestão de riscos, de compliance e da qualidade. Tue, 18 Sep 2018 15:13:10 +0000 pt-BR hourly 1 REFLEXÕES SOBRE A IMPLEMENTAÇÃO NA PRÁTICA DA ISO 9001 e 14001:2015 PARTE 2 https://elluxconsultoria.com.br/implementacao-iso90012015-iso140012015/ https://elluxconsultoria.com.br/implementacao-iso90012015-iso140012015/#comments Mon, 26 Mar 2018 18:22:47 +0000 http://elluxconsultoria.com.br/?p=2493 Como no post da semana passada: Reflexões sobre a Implementação na Prática da ISO 9001 e 14001:2015 parte 1, neste post continuo a apresentar alguns pontos e discussões para quem está fazendo a atualização ou implementação de Sistemas de Gestão na versão 2015 das normas ISO 9001 e ISO 14001, já lastreada no novo modelo

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Como no post da semana passada: Reflexões sobre a Implementação na Prática da ISO 9001 e 14001:2015 parte 1, neste post continuo a apresentar alguns pontos e discussões para quem está fazendo a atualização ou implementação de Sistemas de Gestão na versão 2015 das normas ISO 9001 e ISO 14001, já lastreada no novo modelo de normas de Sistemas de Gestão – SG da ISO (HLS), e outros SGs (p.ex. saúde ocupacional e segurança- ISO 45001, energia – ISO 50001, compliance – ISO 19600, antissuborno – ISO 37001, etc.)

Riscos e Oportunidades

A importância da gestão de riscos para as organizações vem crescendo nas últimas décadas, assim como os movimentos para a sua melhoria desde a década de 80/90 (gestão de riscos de crédito e financeiros), passando pela criação da Lei Sarbanes-Oxley em 2002, a criação do COSO II-ERM – Enterprise Risk Management em 2004 e a primeira versão em 2009 da Norma ISO 31000, atualizada em 2018 (gestão de riscos empresariais). Isto ocorreu por conta do aumento dos riscos e pela percepção da importância de sua prevenção e da definição de sistemas mais robustos de controles.

Com a nova estrutura definida pela ISO para as normas de SG, a determinação, avaliação e tratamento dos riscos e oportunidades passaram a ser incorporados no seu modelo para todos os temas (já fazia parte do universo da gestão de meio ambiente, saúde/segurança ocupacional, qualidade automotiva e outros temas, mas foi mais explicitada em outros temas). E o requisito consiste de um processo de gestão de riscos e oportunidades, contemplando as suas várias etapas/PDCA, passando pela sua identificação até o acompanhamento de seu tratamento e revisão do ciclo.

As normas de SG não são prescritivas quanto à metodologia a ser empregada, que pode variar bastante (veja a Norma ISO 31010, que abrange 41 metodologias). Em muitas empresas já convivem metodologias distintas de avaliação de riscos para temas como:

[wp-svg-icons icon=”forward-3″ wrap=”i”] Saúde ocupacional e segurança

[wp-svg-icons icon=”forward-3″ wrap=”i”] Qualidade

[wp-svg-icons icon=”forward-3″ wrap=”i”] Meio Ambiente

[wp-svg-icons icon=”forward-3″ wrap=”i”] Compliance

[wp-svg-icons icon=”forward-3″ wrap=”i”] Gestão de projetos

[wp-svg-icons icon=”forward-3″ wrap=”i”] Finanças

[wp-svg-icons icon=”forward-3″ wrap=”i”] Segurança Patrimonial

[wp-svg-icons icon=”forward-3″ wrap=”i”] ERM/Controles Internos

Além disto, nas normas de SG estamos falando de identificar, análise, avaliar e tratar diferentes tipos de riscos, tais como os:

[wp-svg-icons icon=”pushpin” wrap=”i”] estratégicos, incluindo aqueles relacionados às partes interessadas e de reputação

[wp-svg-icons icon=”pushpin” wrap=”i”] de compliance e  legais

[wp-svg-icons icon=”pushpin” wrap=”i”] financeiros

[wp-svg-icons icon=”pushpin” wrap=”i”] operacionais (dos processos operacionais), incluindo de projetos/transações/atividades específicos, incluindo pessoas e parceiros.

Vale comentar que neste universo da gestão de riscos, as oportunidades vêm ganhando mais atenção, nos vários temas, o que não é necessariamente direto e intrínseco: oportunidade não é o inverso do risco, e não necessariamente temos oportunidades associadas aos riscos. E a visão mais imediata se concentra mais nos riscos do que nas oportunidades. Como o nosso cérebro: a neurociência afirma que tememos mais perder algo do que ganhar algo.

Percebemos nos projetos de implementação/atualização dos SGs um certo entendimento do conceito de riscos, mas também uma certa mistura entre os tipos de riscos, inclusive com os riscos já levantados (p.ex. aqueles já avaliados nas famosas planilhas de aspectos e impactos ambientais), e uma certa dúvida sobre que caminho seguir para atender às normas.

Não se trata somente de fazer de novo ou complementar uma avaliação de aspectos e impactos, ou um FMEA de projeto, ou uma APR de saúde ocupacional e segurança. Temos de lembrar de um requisito fundamental das normas: de buscar a integração aos processos de negócios – temos de avaliar qual a metodologia empregada para cada tipo de risco/oportunidade a ser avaliado, até podendo ser empregada uma única, mas desde que seja a que agrega mais valor por ser a que otimiza o processo.

Para avaliar os riscos/oportunidades estratégicos, podemos até usar uma SWOT, se o próprio processo estratégico o utilizar. Para avaliar os riscos/oportunidades ligados às partes interessadas e legais, pode(m) ser empregada(s) outra(s) metodologia(s), até mesmo a mais simples “brainstorming”, dependendo da complexidade/tamanho e outros fatores do negócio/processo.

No caso dos riscos operacionais, já são empregadas metodologias como a FMEA, APR, avaliação de aspectos e impactos ambientais, etc. Não se trata de repetir os levantamentos, mas de “enxergar” riscos e oportunidades nestes processos e operações de uma maneira mais ampla…

Quanto mais este processo for integrado (e as metodologias forem as mesmas) para a gestão empresarial e seus vários temas, melhor para a organização…

Outra questão que merece atenção é o planejamento para abordar os riscos e oportunidades, que já existia nas normas que falavam de avaliar riscos (como a ISO 14001, a OHSAS 18001 – agora ISO 45001), mas não estava tão explícito. O que demanda um processo de gestão destes riscos e oportunidades.

No próximo post continuo com a discussão sobre a adaptação ao novo modelo de SG.

Michel Epelbaum – Diretor da Ellux Consultoria

Consulte nossos serviços de Consultoria, Treinamento e Auditoria em Sistemas de Gestão, inclusive nas Normas  ISO 9001, ISO 14001, ISO 45001 e OHSAS 18001, ISO 50001, ISO 19600 e ISO 37001, ISO 26000.

Saiba mais sobre este assunto em nossos posts relacionados:

Reflexões sobre a Implementação na Prática da ISO 9001 e 14001:2015 parte 1

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Gestão de Compliance de Terceiros: da ficção policial à realidade do mundo dos negócios https://elluxconsultoria.com.br/gestao-compliance-terceiros/ https://elluxconsultoria.com.br/gestao-compliance-terceiros/#comments Mon, 05 Mar 2018 15:03:09 +0000 http://elluxconsultoria.com.br/?p=2344 Como já comentado em outros posts, sempre fui apaixonado por história e leitura. Agora estou “engatando” em um romance policial com componentes históricos – “O Labirinto de Osiris” – do arqueologista e jornalista inglês Paul Sussman, morto em 2012. Vejo em muitos filmes, livros e séries atuais a estratégia de contar diversas estórias paralelas que

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Como já comentado em outros posts, sempre fui apaixonado por história e leitura. Agora estou “engatando” em um romance policial com componentes históricos – “O Labirinto de Osiris” – do arqueologista e jornalista inglês Paul Sussman, morto em 2012.

Vejo em muitos filmes, livros e séries atuais a estratégia de contar diversas estórias paralelas que se cruzam em algum momento da trama, e desaguam em um fio único para lá de sua metade. Ainda não cheguei neste ponto, então estou tentando juntar o quebra-cabeça…

Compliance no mercado de minérios

E me deparei com uma das partes do romance no Congo, que narra os negócios entre os fictícios (mas baseado em seres inumanos reais) Jean-Michel Semblaire, empresário inescrupuloso, e Jesus Ngande, conhecido como o Açougueiro de Kivu, poderoso líder de milícias no Congo, dono de minas de cassiterita e coltan – rocha de onde se extrai o nióbio e o tantálio/tântalo. Segue o (forte) trecho:

“… Jamais questionou a moralidade da coisa toda. Ou pelo menos nunca se perturbou muito com isso. Tanto quanto a moralidade de fazer negócios com uma aberração como Jesus Ngande. Segundo a ONU, o homem era responsável pela morte de quase duzentas e cinquenta mil pessoas, a maioria mulheres e crianças. Com o dinheiro que a empresa estava pagando a ele – cinco milhões de dólares por ano – esse total aumentaria. Mas Ngande controlava as minas. Outras grandes empresas, desejosas de manter a ilusão de due diligence, compravam a matéria prima de intermediários, que por sua vez a obtinham de outros atravessadores em um longo sistema de revezamento de lavagem de culpabilidade que mantinha as origens do minério a uma distância adequada. Algo em torno de dez trocas entre as minas de escravos de Kivu do Norte e os mercados da Europa, Ásia e EUA. E em cada troca, o preço por quilo subia exponencialmente. Obtenha os minérios diretamente, como estão fazendo agora, e você consegue por uma fração do preço. Estupro, mutilação, assassinato – estas não eram coisas agradáveis. Mas o dinheiro que a empresa economizaria – e, portanto, ganharia – era extremamente agradável. E, sinceramente, quem se importava com o que os negros faziam uns aos outros? O Congo, afinal de contas, estava muito longe das salas de reuniões de Paris…”

Num trecho seguinte, narrando os pensamentos do empresário de minérios Jean-Michel Semblaire:

“As ONGs o divertiam. Assim como todos aqueles idiotas inúteis sentimentalistas humanitários, anticorporativos e antiglobalização. Andando de um lado para outro com seus laptops e celulares, enfurecidos com a exploração ocidental dos recursos do Terceiro Mundo. Entretanto, sem coltan e cassiterita, não haveria laptops ou celulares e, sem as grandes empresas como a sua, não haveria coltan e cassiterita…”

Choquei-me com a narrativa sobre a situação do Congo, sob vários aspectos:

[wp-svg-icons icon=”quill” wrap=”i”] A triste situação do Congo e outros países da África e do Terceiro Mundo, onde a exploração de recursos naturais e da população, com muitas e muitas mortes, é acintosa e vergonhosa…;

[wp-svg-icons icon=”quill” wrap=”i”] O que os olhos não veem, o coração não sente… os centros do mundo estão muito distantes da realidade destes países, mas dela se beneficiam…;

[wp-svg-icons icon=”quill” wrap=”i”] A supremacia de interesses financeiros/econômicos sobre os critérios socioambientais nestes negócios, que sabemos acontecer em muitos setores e locais, muitas vezes associados ainda ao poder político e/ou militar;

[wp-svg-icons icon=”quill” wrap=”i”] A crítica às ONGs em sua atuação… mas que ainda tem um papel importante de fomento e fiscalização.

[wp-svg-icons icon=”quill” wrap=”i”] A descrição da ineficácia dos métodos de controle de riscos, neste parágrafo citados ironicamente como pensamento do personagem empresário : “ilusão de due diligence” e “lavagem de culpabilidade”, a qual abordo a seguir.

Due Diligence e Compliance

No post anterior, relatei a discussão sobre o processo de avaliação de terceiros e due diligence em um curso de especialização em compliance, bem como as fontes de informação e os critérios para isso. Falei então sobre a avaliação do risco associado ao local de registro/constituição e atuação do terceiro, utilizando-se o Índice de Percepção de Corrupção da ONG Transparência Internacional, muito usado por empresas em processos de avaliação de riscos e de terceiros. No caso específico do livro: o Congo está em 161º lugar no IPC, dentre 180 países….  alta percepção de corrupção… O autor realmente pesquisou… veja mais um dos fios de realidade da estória a seguir.

Requisitos de Compliance para Fornecedores

Estou discutindo neste momento os termos contratuais para a prestação de serviços para um cliente, e tal quais as estórias paralelas do Paul Sussman, entrou mais um elemento de conexão na narrativa. Como parte do contrato, devemos analisar os requisitos de compliance específicos para os fornecedores, e declarar o comprometimento com a conformidade às regras do Código de Conduta. Como vem acontecendo cada vez mais frequentemente nas relações cliente-fornecedor, o que se constitui em importante evolução da gestão de compliance. E, dentre as regras de conduta do documento, me deparei com uma referente à necessidade de informações pelos fornecedores sobre o uso em seus produtos de minerais de conflitos, como o estanho, tungstênio, tântalo e ouro, cuja mineração é realizada em condições de conflito armado e abusos dos direitos humanos no Congo e seus países adjacentes.

Ficção e Realidade

O autor conseguiu juntar os elementos de ficção e realidade… o assunto é crítico para os usuários de matérias primas de regiões de conflito, mas que se expande também para outras condições ligadas às origens das matérias primas, como na extração de madeira de florestas nativas. E como vimos no texto do livro, o uso específico destas matérias primas minerais, de conflitos abastecem o mundo de parte de sua tecnologia – chips, celulares, informática, indústria 4.0, etc.

Neste sentido, continuamos buscando formas mais eficazes de gestão de compliance da cadeia de fornecedores, terceiros, parceiros de negócio, no que tange ao assunto deste post. Deve-se buscar o reforço das ferramentas de informação, due diligence, controle e monitoramento, considerando as cadeias de valor cada vez mais globalizadas.

As empresas e as organizações devem aperfeiçoar a sua gestão de riscos e sustentabilidade. A evolução humana demanda isto!

Michel Epelbaum – diretor da Ellux Consultoria

Consulte nossos serviços de Consultoria, Treinamento e Auditoria em Sistemas de Gestão de Compliance e Integridade, nas Normas ISO 37001 – antissuborno e ISO 19600– compliance.

Saiba mais sobre este assunto em nossos posts relacionados:

BRASIL DESPENCA EM RANKING DE PERCEPÇÃO DA CORRUPÇÃO: OS RISCOS E AS EXIGÊNCIAS AUMENTAM!

COMPLIANCE E A EVOLUÇÃO DOS DIREITOS HUMANOS

BRASIL DECIDE ELABORAR NORMA CERTIFICÁVEL PARA SISTEMAS DE GESTÃO DE COMPLIANCE – NBR 19601

AVANÇOS NORMATIVOS EM GOVERNANÇA, COMPLIANCE E ANTISSUBORNO NA ISO – NORMAS ISO 19600 E ISO 37001

AVANÇO DAS CERTIFICAÇÕES ACREDITADAS DO SISTEMAS DE GESTÃO ANTISSUBORNO CONFORME A ISO 37001

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DIA MUNDIAL DA SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO https://elluxconsultoria.com.br/seguranca-saude-trabalho/ https://elluxconsultoria.com.br/seguranca-saude-trabalho/#comments Fri, 28 Apr 2017 18:13:58 +0000 http://elluxconsultoria.com.br/?p=1519 No dia 28 de abril são celebrados eventos no mundo todo para a conscientização dos trabalhadores e empregadores quantos aos riscos de acidentes, pois esta data foi instituída em 2003 pela Organização Internacional do Trabalho (OIT) como o Dia Mundial da Segurança e Saúd romoção de uma cultura de segurança e saúde nos locais de

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No dia 28 de abril são celebrados eventos no mundo todo para a conscientização dos trabalhadores e empregadores quantos aos riscos de acidentes, pois esta data foi instituída em 2003 pela Organização Internacional do Trabalho (OIT) como o Dia Mundial da Segurança e Saúd

romoção de uma cultura de segurança e saúde nos locais de trabalho em todo o mundo

O tema da campanha deste ano é a promoção de uma cultura de segurança e saúde nos locais de trabalho em todo o mundo. Este ano, o Dia Mundial dará também destaque a três áreas de preocupação da OIT:

  • os riscos químicos,
  • a violência no trabalho e
  • as enfermidades do aparelho respiratório.

De acordo com a OIT, anualmente morrem cerca de 2 milhões de pessoas devido a acidentes e doenças relacionadas ao trabalho, e são registrados 270 milhões de acidentes e 160 milhões de doenças ocupacionais.

O Brasil ocupa o 4º lugar em relação ao número de mortes, com 2.503 óbitos, atrás da China, Estados Unidos e Rússia.

Presto minha homenagem a todos que trabalham com a prevenção e acidentes, e que se dedicam a gerar as mudanças necessárias no comportamento das pessoas e das instituições para a evolução da humanidade e planetária, em direção do desenvolvimento sustentável.

Michel Epelbaum – Diretor da Ellux Consultoria

Consulte nossos serviços de Consultoria, Treinamento e Auditoria em Sistemas de Gestão, inclusive nas Normas ISO 45001 e OHSAS 18001.

Saiba mais em nossos posts relacionados:

PUBLICADA A ISO 45001 – NOVA NORMA DE SAÚDE E SEGURANÇA

OS PASSOS PARA A IMPLEMENTAÇÃO/CERTIFICAÇÃO DA ISO 45001 E O FIM DA OHSAS 18001 

APROVADA A ISO 45001 – SISTEMAS DE GESTÃO DE SAÚDE OCUPACIONAL E SEGURANÇA!!! 

PARA ENTENDER POR QUE A ISO 45001 DEMOROU 20 ANOS! 

QUEDA DE NÚMERO DE ACIDENTES DO TRABALHO NO BRASIL EM 2015 

ACIDENTES RECENTES X PREVENÇÃO

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Riscos Globais 2017 – Fórum Econômico Mundial https://elluxconsultoria.com.br/riscos-globais-2017/ https://elluxconsultoria.com.br/riscos-globais-2017/#comments Wed, 18 Jan 2017 02:10:18 +0000 http://elluxconsultoria.com.br/?p=1003 Fórum Econômico Mundial 2017 O Fórum Econômico Mundial 2017 iniciou ontem, 17/01, e um dos pontos que sempre vale salientar é a análise dos riscos globais, que segue resumida na figura 3 abaixo: Fonte: Fórum Econômico Mundial Riscos Socioambientais Vale ressaltar os 5 riscos socioambientais dentre os 11 mais críticos: eventos climáticos extremos, desastres naturais,

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Fórum Econômico Mundial 2017

O Fórum Econômico Mundial 2017 iniciou ontem, 17/01, e um dos pontos que sempre vale salientar é a análise dos riscos globais, que segue resumida na figura 3 abaixo:

The Global Risks Landscape 2017

The Global Risks Landscape 2017

Fonte: Fórum Econômico Mundial

Riscos Socioambientais

Vale ressaltar os 5 riscos socioambientais dentre os 11 mais críticos:

  1. eventos climáticos extremos,
  2. desastres naturais,
  3. migração involuntária de grande escala,
  4. crise da água,
  5. falha na mitigação/adaptação às mudanças climáticas e desastres ambientais causados pelo homem.

Neste quadrante dos 11 maiores riscos, somente um se enquadra na categoria econômica (subemprego/desemprego). Os outros são os riscos geopolíticos (ataques terroristas, que se acentuaram nos últimos tempos em função do Estado Islâmico; conflito inter-Estados e falha de governança nacional) e risco tecnológico (ataques cibernéticos).

Tipos de Riscos

Os riscos que estão próximos da região de maior risco são:

– econômico – crise fiscal (caso do Brasil) e bolhas de ativos;

– socioambiental – perda de biodiversidade e colapso do Ecossistema, crise alimentar;

– geopolítico – colapso ou crise de Estado;

– tecnológico – fraude ou roubo de dados.

A sustentabilidade está no topo das necessidades planetárias.

Michel Epelbaum – diretor da Ellux Consultoria

Consulte nossos serviços de Consultoria, Treinamento e Auditoria em Sistemas de Gestão da Sustentabilidade e Meio Ambiente, inclusive nas Normas ISO 14001 – ambiental e ISO 26000 – responsabilidade social.

Saiba mais em nossos posts relacionados:

MUDANÇAS NA ISO 31000 – GESTÃO DE RISCOS

NOVIDADES NAS NORMAS ISO DE GESTÃO DE RISCOS!

A IMPORTÂNCIA DA AVALIAÇÃO DE RISCOS NOS SISTEMAS DE GESTÃO DE COMPLIANCE

ACIDENTES RECENTES X PREVENÇÃO

RISCOS GLOBAIS 2018 – FÓRUM ECONÔMICO MUNDIAL

GLOBAL RISKS 2016 – FÓRUM ECONÔMICO MUNDIAL

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Acidentes Recentes X Prevenção https://elluxconsultoria.com.br/acidentes-recentes-x-prevencao/ https://elluxconsultoria.com.br/acidentes-recentes-x-prevencao/#respond Fri, 12 Feb 2016 15:51:24 +0000 http://elluxconsultoria.com.br/?p=201 O que há em comum entre o Museu da Língua Portuguesa (SP), a Samarco (MG), os terminais de granéis de Alemoa (Santos/SP), a boate Kiss (RS), a Heineken (SP) e o terminal portuário do Guarujá/SP? Já sabem, não é? Falta de prevenção e gestão de riscos, falta de cumprimento de requisitos básicos legais, falta de

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O que há em comum entre o Museu da Língua Portuguesa (SP), a Samarco (MG), os terminais de granéis de Alemoa (Santos/SP), a boate Kiss (RS), a Heineken (SP) e o terminal portuário do Guarujá/SP? Já sabem, não é? Falta de prevenção e gestão de riscos, falta de cumprimento de requisitos básicos legais, falta de fiscalização – alguns dos fatores da cadeia causal de acidentes recentes com graves consequências ambientais e sociais.

SOBRE A FALTA DE PREVENÇÃO

Há muitos anos atrás, ouvi uma comparação interessante (se bem que uma generalização seja questionável) entre a cultura japonesa e a brasileira quanto à qualidade: referindo-se ao ciclo PDCA – (P)planejar, (D)desenvolver, (C)checar e (A)atuar, ferramenta que também é a estrutura de gestão da ISO 9001 e 14001 – dizia-se que o japonês privilegiava o P para otimizar o D, enquanto que o brasileiro negligenciava o P e concentrava-se no D (muitas vezes atuando como “bombeiro apagando incêndio”…). E este tipo de mentalidade causa muitos destes acidentes e problemas que temos visto…

Teria a ver com planejamento, prevenção e cultura brasileira:

  • hoje sermos centro das atenções mundiais, por conta da microcefalia causada pelo vírus Zika, já se transformando em situação de emergência decretada pela OMS….
  • a crise da água e a potencial crise de energia em várias regiões do país…

SOBRE A FALTA DE GESTÃO DE RISCOS

Os acidentes ocorridos recentemente no Brasil ilustram facetas da falta de avaliação e gestão de riscos:

  • várias das falhas e causas da tragédia da Boate Kiss/RS e do incêndio do Museu da Língua Portuguesa/SP continuam presentes em locais de grande concentração de pessoas…
  • o rompimento da barragem da Samarco/MG não foi o primeiro (p.e. Cataguases/MG, 2003) e com a mentalidade atual temo que não seja o último (ver o vazamento da mesma mineradora do final de janeiro)…
  • uma boa avaliação e gestão dos riscos teriam possivelmente evitado as mortes e intoxicações decorrentes do incêndio de janeiro nas instalações da Localfrio no porto do Guarujá/SP e da explosão da caldeira na Heineken de Jacareí/SP…

SOBRE A FALTA DE CUMPRIMENTO E FISCALIZAÇÃO DE REQUISITOS LEGAIS

Os exemplos de falta de cumprimento e fiscalização legais são inúmeros e repetitivos. Desde o licenciamento de empreendimentos até as medidas de proteção/gestão de riscos, monitoramento, etc.

Neste momento está em consulta pública uma ampla revisão do processo do licenciamento ambiental, que pode significar um afrouxamento para grandes empreendimentos (p.ex. empresa de mineração, hidrelétricas), podendo ser mais um vetor de deste tipo de acidentes e impactos.

Mas a revisão legal necessária como resultado do acidente da Boate Kiss, do sinistro ocorrido em abril/2015 no terminal de granéis químicos líquidos da Alemoa (Santos/SP) e outros foi insuficiente (o documento “Carta de Santos” – “O que ocorreu e o que precisa mudar”, de maio/15, relata os vários acidentes ocorridos no local e recomenda ações para prevenção de riscos e melhoria legal)…

Precisamos avançar muito no (P)… Metodologias, técnicas, normas, leis e práticas sobre o assunto existem em abundância, mas com falhas de uso. Aproveitar a “força extra” representada pela mentalidade de riscos introduzida pela nova versão das Normas ISO 9001/14001… Ampliar a gestão técnica e legal para uma abordagem sistêmica, cultural, de integridade e comprometimento… Para evitar mais mortes, impactos ambientais e perdas materiais… Leia mais!

Michel Epelbaum – diretor da Ellux Consultoria

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OS PASSOS PARA A IMPLEMENTAÇÃO/CERTIFICAÇÃO DA ISO 45001 E O FIM DA OHSAS 18001 

APROVADA A ISO 45001 – SISTEMAS DE GESTÃO DE SAÚDE OCUPACIONAL E SEGURANÇA!!! 

PARA ENTENDER POR QUE A ISO 45001 DEMOROU 20 ANOS! 

DIA MUNDIAL DA SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO 

QUEDA DE NÚMERO DE ACIDENTES DO TRABALHO NO BRASIL EM 2015

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