Arquivo de ISO 14001:2015 - Ellux Consultoria https://elluxconsultoria.com.br/tag/iso-140012015/ A ellux é uma empresa de consultoria em gestão da sustentabilidade econômica, ambiental e social, gestão de riscos, de compliance e da qualidade. Tue, 11 Sep 2018 13:57:49 +0000 pt-BR hourly 1 ISO SURVEY 2017 e o Fim da Transição da ISO 9001:2015 e ISO 14001:2015 https://elluxconsultoria.com.br/iso-transicao-90012015-140012015/ https://elluxconsultoria.com.br/iso-transicao-90012015-140012015/#comments Mon, 10 Sep 2018 16:14:08 +0000 http://elluxconsultoria.com.br/?p=3034 Design by Freepik ISO SURVEY 2017 A ISO publicou na semana passada a sua ISO Survey 2017 – estatísticas de certificações das principais normas de sistemas de gestão da ISO, referentes a dez/17. No site podem ser consultados os dados mais detalhados das certificações por tipo e versão de norma, ano, região, país e setor

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ISO SURVEY 2017

A ISO publicou na semana passada a sua ISO Survey 2017 – estatísticas de certificações das principais normas de sistemas de gestão da ISO, referentes a dez/17.

No site podem ser consultados os dados mais detalhados das certificações por tipo e versão de norma, ano, região, país e setor industrial.

Segue a tabela comparativa (2016 e 2017) de certificações.

NOTAS:

  1. neste ano houve variação significativa do modo de reportar os dados de um importante certificador, o que levou à redução de número de certificações em vários países;
  2. neste ano decidiu-se eliminar a contagem de sites, somente remanescendo os dados de contagem de certificados
  3. houve mudança de contagem de certificados na Alemanha e Itália, produzindo grande redução do número de certificados nestes países (especialmente na ISO 9001, e especialmente na Itália).
  4. – Ainda não foram consideradas outras normas mais recentes de Sistemas de Gestão, como a ISO 37001  – Sistema de Gestão Antissuborno.

Pode-se comentar:

– Diminuiu em 4% o número de certificações ISO 9001(mas veja as notas à tabela acima, que justificam esta queda mais por motivos metodológicos do que das certificações efetivas). No Brasil, o número de certificações ISO 9001 caiu de 20.908 (2016) para 17.165 (2017)… enquanto que o número de certificações ISO 14001  caiu de 3.076 (2016) para 2.948 (2017).

– As normas que apresentaram o maior crescimento percentual de certificações foram a ISO 28000 e a ISO 39001.

FIM DA TRANSIÇÃO DA ISO 9001:2015 E ISO 14001:2015

Está acabando o prazo para a transição ISO 9001:2015 e ISO 14001:2015. As organizações que ainda não fizeram a transição de seus certificados, tem até o dia 15 de setembro de 2018 (ou o prazo acordado com o Órgão Certificador)para fazer a mudança para a versão 2015. Caso não proceda à atualização até essa data, a empresa poderá ter sua certificação suspensa ou cancelada.

Importante relatar que os dados da ISO Survey 2017 mostram que decorridos cerca de 75% do prazo de transição (em dez/17), o número de certificações pela norma ISO 9001 nova é somente de cerca de 42% do total, e o da ISO 14001 equivale a cerca de 56% do total. Isto indica que a migração está indo mais devagar em relação ao prazo final de transição (ainda mais considerando que dentro deste número estão inclusas as empresa com certificação nova)…

No Brasil o dado ilustrado de certificações para a ISO 9001:2015 era alarmante, representando somente  33% das certificações totais em dez/2017; e das certificações ISO 14001:2015 representava 68% do total… Algumas consultas a clientes e certificadoras mostram que ainda há empresas realizando a transição…).

Vale o alerta para se manter atualizado em relação às estatísticas da certificação, e não perder o prazo de transição!

Michel Epelbaum – Diretor da Ellux Consultoria

Consulte nossos serviços de Consultoria, Treinamento e Auditoria em Sistemas de Gestão, inclusive nas Normas  ISO 14001:2015, ISO 9001:2015, ISO 45001, OHSAS 18001, ISO 50001, ISO 37001.

Saiba mais sobre este assunto em nossos posts relacionados:

Reflexões sobre a Implementação na Prática da ISO 9001 e 14001:2015 Parte 1

Reflexões sobre a Implementação na Prática da ISO 9001 E 14001:2015 Parte 2

Estatísticas de Certificações ISO – 2016 PARTE 1

Estatísticas de Certificações ISO 2016 – PARTE 2

  

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REFLEXÕES SOBRE A IMPLEMENTAÇÃO NA PRÁTICA DA ISO 9001 e 14001:2015 PARTE 2 https://elluxconsultoria.com.br/implementacao-iso90012015-iso140012015/ https://elluxconsultoria.com.br/implementacao-iso90012015-iso140012015/#comments Mon, 26 Mar 2018 18:22:47 +0000 http://elluxconsultoria.com.br/?p=2493 Como no post da semana passada: Reflexões sobre a Implementação na Prática da ISO 9001 e 14001:2015 parte 1, neste post continuo a apresentar alguns pontos e discussões para quem está fazendo a atualização ou implementação de Sistemas de Gestão na versão 2015 das normas ISO 9001 e ISO 14001, já lastreada no novo modelo

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Como no post da semana passada: Reflexões sobre a Implementação na Prática da ISO 9001 e 14001:2015 parte 1, neste post continuo a apresentar alguns pontos e discussões para quem está fazendo a atualização ou implementação de Sistemas de Gestão na versão 2015 das normas ISO 9001 e ISO 14001, já lastreada no novo modelo de normas de Sistemas de Gestão – SG da ISO (HLS), e outros SGs (p.ex. saúde ocupacional e segurança- ISO 45001, energia – ISO 50001, compliance – ISO 19600, antissuborno – ISO 37001, etc.)

Riscos e Oportunidades

A importância da gestão de riscos para as organizações vem crescendo nas últimas décadas, assim como os movimentos para a sua melhoria desde a década de 80/90 (gestão de riscos de crédito e financeiros), passando pela criação da Lei Sarbanes-Oxley em 2002, a criação do COSO II-ERM – Enterprise Risk Management em 2004 e a primeira versão em 2009 da Norma ISO 31000, atualizada em 2018 (gestão de riscos empresariais). Isto ocorreu por conta do aumento dos riscos e pela percepção da importância de sua prevenção e da definição de sistemas mais robustos de controles.

Com a nova estrutura definida pela ISO para as normas de SG, a determinação, avaliação e tratamento dos riscos e oportunidades passaram a ser incorporados no seu modelo para todos os temas (já fazia parte do universo da gestão de meio ambiente, saúde/segurança ocupacional, qualidade automotiva e outros temas, mas foi mais explicitada em outros temas). E o requisito consiste de um processo de gestão de riscos e oportunidades, contemplando as suas várias etapas/PDCA, passando pela sua identificação até o acompanhamento de seu tratamento e revisão do ciclo.

As normas de SG não são prescritivas quanto à metodologia a ser empregada, que pode variar bastante (veja a Norma ISO 31010, que abrange 41 metodologias). Em muitas empresas já convivem metodologias distintas de avaliação de riscos para temas como:

[wp-svg-icons icon=”forward-3″ wrap=”i”] Saúde ocupacional e segurança

[wp-svg-icons icon=”forward-3″ wrap=”i”] Qualidade

[wp-svg-icons icon=”forward-3″ wrap=”i”] Meio Ambiente

[wp-svg-icons icon=”forward-3″ wrap=”i”] Compliance

[wp-svg-icons icon=”forward-3″ wrap=”i”] Gestão de projetos

[wp-svg-icons icon=”forward-3″ wrap=”i”] Finanças

[wp-svg-icons icon=”forward-3″ wrap=”i”] Segurança Patrimonial

[wp-svg-icons icon=”forward-3″ wrap=”i”] ERM/Controles Internos

Além disto, nas normas de SG estamos falando de identificar, análise, avaliar e tratar diferentes tipos de riscos, tais como os:

[wp-svg-icons icon=”pushpin” wrap=”i”] estratégicos, incluindo aqueles relacionados às partes interessadas e de reputação

[wp-svg-icons icon=”pushpin” wrap=”i”] de compliance e  legais

[wp-svg-icons icon=”pushpin” wrap=”i”] financeiros

[wp-svg-icons icon=”pushpin” wrap=”i”] operacionais (dos processos operacionais), incluindo de projetos/transações/atividades específicos, incluindo pessoas e parceiros.

Vale comentar que neste universo da gestão de riscos, as oportunidades vêm ganhando mais atenção, nos vários temas, o que não é necessariamente direto e intrínseco: oportunidade não é o inverso do risco, e não necessariamente temos oportunidades associadas aos riscos. E a visão mais imediata se concentra mais nos riscos do que nas oportunidades. Como o nosso cérebro: a neurociência afirma que tememos mais perder algo do que ganhar algo.

Percebemos nos projetos de implementação/atualização dos SGs um certo entendimento do conceito de riscos, mas também uma certa mistura entre os tipos de riscos, inclusive com os riscos já levantados (p.ex. aqueles já avaliados nas famosas planilhas de aspectos e impactos ambientais), e uma certa dúvida sobre que caminho seguir para atender às normas.

Não se trata somente de fazer de novo ou complementar uma avaliação de aspectos e impactos, ou um FMEA de projeto, ou uma APR de saúde ocupacional e segurança. Temos de lembrar de um requisito fundamental das normas: de buscar a integração aos processos de negócios – temos de avaliar qual a metodologia empregada para cada tipo de risco/oportunidade a ser avaliado, até podendo ser empregada uma única, mas desde que seja a que agrega mais valor por ser a que otimiza o processo.

Para avaliar os riscos/oportunidades estratégicos, podemos até usar uma SWOT, se o próprio processo estratégico o utilizar. Para avaliar os riscos/oportunidades ligados às partes interessadas e legais, pode(m) ser empregada(s) outra(s) metodologia(s), até mesmo a mais simples “brainstorming”, dependendo da complexidade/tamanho e outros fatores do negócio/processo.

No caso dos riscos operacionais, já são empregadas metodologias como a FMEA, APR, avaliação de aspectos e impactos ambientais, etc. Não se trata de repetir os levantamentos, mas de “enxergar” riscos e oportunidades nestes processos e operações de uma maneira mais ampla…

Quanto mais este processo for integrado (e as metodologias forem as mesmas) para a gestão empresarial e seus vários temas, melhor para a organização…

Outra questão que merece atenção é o planejamento para abordar os riscos e oportunidades, que já existia nas normas que falavam de avaliar riscos (como a ISO 14001, a OHSAS 18001 – agora ISO 45001), mas não estava tão explícito. O que demanda um processo de gestão destes riscos e oportunidades.

No próximo post continuo com a discussão sobre a adaptação ao novo modelo de SG.

Michel Epelbaum – Diretor da Ellux Consultoria

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Saiba mais sobre este assunto em nossos posts relacionados:

Reflexões sobre a Implementação na Prática da ISO 9001 e 14001:2015 parte 1

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Novas Interpretações da ISO 14001:2015 aprovadas – Parte 3 https://elluxconsultoria.com.br/o-que-mudou-na-iso-14001/ https://elluxconsultoria.com.br/o-que-mudou-na-iso-14001/#respond Mon, 18 Sep 2017 13:30:52 +0000 http://elluxconsultoria.com.br/?p=1784 Nos posts anteriores ( Parte 1 e Parte 2 ), abordei os itens 3 a 6. Segue o último post da série com mais perguntas e respostas das novas interpretações aprovadas. Agora referentes aos itens 8 (processos) e 9 (auditoria). [wp-svg-icons icon=”pushpin” wrap=”i”]Item da ISO 14001:2015: 8.1 Questão: O que é um processo terceirizado? Todo processo

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Nos posts anteriores ( Parte 1 e Parte 2 ), abordei os itens 3 a 6. Segue o último post da série com mais perguntas e respostas das novas interpretações aprovadas. Agora referentes aos itens 8 (processos) e 9 (auditoria).

[wp-svg-icons icon=”pushpin” wrap=”i”]Item da ISO 14001:2015: 8.1

Questão: O que é um processo terceirizado? Todo processo ou serviço obtido de fornecedor externo é um processo terceirizado?

Resposta: A ISO 14001:2015 define “terceirizar (verbo)” como “fazer um arranjo onde uma organização externa desempenha parte de uma função ou processo de uma organização” (veja a cláusula 3.3.4). Um processo ou serviço obtido de um fornecedor externo não é necessariamente um processo terceirizado. Processos terceirizados podem ser vistos como um subconjunto destes processos ou serviços providos externamente. Um critério que uma organização pode usar para distinguir processos terceirizados de outros processos e serviços são descritos no Anexo A.8.1, que define que um processo terceirizado é um que preenche todos os itens a seguir:

– está dentro do escopo do SGA;

– é parte integral do funcionamento da organização;

– é necessário para o SGA para alcançar seu resultado pretendido;

– a responsabilidade pela conformidade com os requisitos é mantida pela organização;

– a organização e o fornecedor externo tem uma relação onde o processo é percebido por partes interessadas como sendo realizado pela organização.

 [wp-svg-icons icon=”pushpin” wrap=”i”]Item da ISO 14001:2015: 8.1

Questão: Se uma organização não tem processos terceirizados, em que extensão a cláusula 8.1 se aplica? Os requisitos do parágrafo começando em “Coerentemente com uma perspectiva de ciclo de vida” somente se aplicam a processos terceirizados?

Resposta: Se uma organização não tem processos terceirizados, os únicos requisitos da cláusula 8.1 que não se aplicam ao seu SGA são:

– A organização deve assegurar que os processos terceirizados sejam controlados ou influenciados.

– O tipo e a extensão do controle ou da influência a serem aplicados ao(s) processo(s) deve(m) ser definidos dentro do sistema de gestão ambiental.

Todos os outros requisitos de 8.1 são independentes de o processo ser terceirizado ou não, incluindo os requisitos do parágrafo começando em “Coerentemente com uma perspectiva de ciclo de vida…”

 [wp-svg-icons icon=”pushpin” wrap=”i”]Item da ISO 14001:2015: 8.1

Questão: A frase, “Coerentemente com uma perspectiva de ciclo de vida” da cláusula 8.1, Planejamento e controle operacionais significa que uma organização necessita considerar uma perspectiva de ciclo de vida uma segunda vez, com respeito ao planejamento e controle operacionais?

Resposta: Não há requisito na cláusula 8.1 que a organização seja submetida a uma atividade para reconsiderar uma perspectiva de ciclo de vida. Também não há requisito para uma análise de ciclo de vida formal. Os quarto marcadores na cláusula 8.1  parágrafo 4, a) a d) especificam requisitos que estão tipicamente associados com  estágios específicos do ciclo de vida.

 [wp-svg-icons icon=”pushpin” wrap=”i”]Item da ISO 14001:2015: 8.1

Questão: A cláusula de controle operacional da ISO 14001:2004 (Cláusula 4.4.6) se refere à identificação e planejamento daquelas operações associadas com os aspectos ambientais significativos. A cláusula de planejamento e controle operacionais da ISO 14001:2015 (Cláusula 8.1) se refere aos processos necessários para atender ao SGA. A norma revisada ainda se refere ao controle dos processos operacionais da organização?

Resposta: Como era o caso na ISO 14001:2004 Cláusula 4.4.6, a Cláusula 8.1 da norma revisada continua focada no planejamento e controle das operações da organização. A organização decide os controles necessários para os processos operacionais associados com os aspectos ambientais significativos, obrigações de cumprimento, riscos e oportunidades que precisam ser abordados, e objetivos ambientais. Estes processos operacionais são controlados pelo estabelecimento de critério operacional e implementação de métodos para atender a este critério.

 [wp-svg-icons icon=”pushpin” wrap=”i”]Item da ISO 14001:2015: 9.2

Questão: O requisito de auditoria interna (9.2) inclui uma auditoria de compliance ou financeira?

Resposta: Não.

Michel Epelbaum – diretor da Ellux Consultoria

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Saiba mais sobre este assunto em nossos posts relacionados:

NOVIDADES NAS NORMAS ISO DE GESTÃO AMBIENTAL!!!

NOVAS INTERPRETAÇÕES DA ISO 14001:2015 APROVADAS – PARTE 1  

NOVAS INTERPRETAÇÕES DA ISO 14001:2015 APROVADAS – PARTE 2

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Novas Interpretações da ISO 14001:2015 aprovadas – Parte 2 https://elluxconsultoria.com.br/iso140012015-mudancas/ https://elluxconsultoria.com.br/iso140012015-mudancas/#comments Tue, 12 Sep 2017 12:41:47 +0000 http://elluxconsultoria.com.br/?p=1769 Em continuação ao post anterior sobre as novas interpretações aprovadas da ISO 14001:2015, seguem mais perguntas e respostas na sequência dos itens da Norma agora abordando os seguintes assuntos: informação documentada, análise do ciclo de vida e determinação de riscos e oportunidades. [wp-svg-icons icon=”forward-3″ wrap=”i”]Item da ISO 14001:2015: 4.1, 4.2 Questão: É uma organização obrigada

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Em continuação ao post anterior sobre as novas interpretações aprovadas da ISO 14001:2015, seguem mais perguntas e respostas na sequência dos itens da Norma agora abordando os seguintes assuntos: informação documentada, análise do ciclo de vida e determinação de riscos e oportunidades.

[wp-svg-icons icon=”forward-3″ wrap=”i”]Item da ISO 14001:2015: 4.1, 4.2

Questão: É uma organização obrigada a estabelecer um processo visando atender aos requisitos de 4.1 e 4.2 onde ela determina seu contexto, partes interessadas pertinentes e suas necessidades e expectativas? É uma organização obrigada a desenvolver e manter listas documentadas de suas questões externas e internas, suas partes interessadas pertinentes e suas necessidades e expectativas?

Resposta: As cláusulas 4.1 e 4.2 não indicam um requisito para um processo nem para manter ou reter informação documentada.

[wp-svg-icons icon=”forward-3″ wrap=”i”]Item da ISO 14001:2015: 6.1

Questão: A organização tem de identificar pelo menos um risco ou oportunidade que tem de ser abordado, isto é, ao menos um efeito adverso (ameaça) ou efeito benéfico (oportunidade) potencial que tem de ser abordado?

Resposta: Embora não exista um requisito explícito na cláusula 6.1. da ISO 14001:2015 que uma organização tenha de identificar um ou mais riscos ou oportunidades que tenham de ser abordados, há uma pressuposição subjacente que a organização o fará.

[wp-svg-icons icon=”forward-3″ wrap=”i”]Item da ISO 14001:2015: 6.1.2

Questão: A ISO 14001:2015 requisita Análises de Ciclo de Vida (ACVs) a serem completados como parte dos requisitos de perspectiva melhorada do Ciclo de Vida?

Resposta: A norma ISO 14044:2006, em sua cláusula 3.2.1, define a análise de ciclo de vida como “a compilação e avaliação das entradas, saídas e dos impactos ambientais potenciais de um sistema de produto através de seu ciclo de vida. A ISO 14001:2015 requisita levarem em conta uma perspectiva de ciclo de vida. No anexo A6.1.2, a perspectiva de ciclo de vida é explicada como: “isto não requere uma análise detalhada de ciclo de vida; pensando com cuidado sobre os estágios do ciclo de vida que podem ser controlados ou influenciados pela organização é suficiente”. Os estágios do ciclo de vida de um produto (ou serviço) incluem a aquisição de matérias primas, projeto, produção, transporte/ distribuição, uso, tratamento de fim de vida e disposição final (3.3.3). Na cláusula 6.1.2, a ISO 14001:2015 requisita que a organização considere estes estágios do ciclo de vida na determinação dos aspectos ambientais que ela pode controlar ou influenciar.

[wp-svg-icons icon=”forward-3″ wrap=”i”]Item da ISO 14001:2015: 6.1.2

Questão: A ISO 14001: 2015 exige que a organização aplique uma perspectiva de ciclo de vida ao determinar quais dos seus aspectos ambientais são significativos, ou seja, em seus critérios para determinar a significância?

Resposta: Na cláusula 6.1.2 da ISO 14001:2015, uma organização necessita considerar a perspectiva de ciclo de vida na identificação dos aspectos ambientais que ela pode controlar ou influenciar. Não existe um método único para determinar os aspectos ambientais significativos. Como declarado em A.6.1.2, um critério ambiental é o critério primário e mínimo para avaliar os aspectos ambientais para determinar a sua significância. A organização tem a autonomia para aplicar critérios adicionais, incluindo critério relacionado à perspectiva de ciclo de vida.

[wp-svg-icons icon=”forward-3″ wrap=”i”]Item da ISO 14001:2015: 6.1.4

Questão: Na cláusula 6.1.4 A(3), para quais “riscos e oportunidades” uma organização deve planejar ações para abordar?

Resposta: Uma organização não é requisitada a planejar ações para abordar todos os riscos e oportunidades, somente aqueles que ela determinou que seja necessário abordar. Esta determinação é uma saída da cláusula 6.1.1. Uma organização retém a autoridade e a prestação de contas para decidir como ela cumpre estes requisitos da ISO 14001, incluindo determinar quais riscos e oportunidades necessitam ser abordados.

Michel Epelbaum – diretor da Ellux Consultoria

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Saiba mais sobre este assunto em nossos posts relacionados:

NOVIDADES NAS NORMAS ISO DE GESTÃO AMBIENTAL!!!

NOVAS INTERPRETAÇÕES DA ISO 14001:2015 APROVADAS – PARTE 1  

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Novas Interpretações da ISO 14001:2015 Aprovadas – Parte 1   https://elluxconsultoria.com.br/interpretacoes-da-iso-140012015/ https://elluxconsultoria.com.br/interpretacoes-da-iso-140012015/#comments Mon, 04 Sep 2017 14:29:01 +0000 http://elluxconsultoria.com.br/?p=1743 Como desdobramento da revisão da ISO 14001 em 2015, o Comitê Técnico TC 207 da ISO aprovou em junho passado as interpretações desta norma – conjunto de perguntas e respostas propostas pelas comissões dos países ao Subcomitê SC1. A versão anterior era de fevereiro/2006, que substituiu a revisão de 2001. As interpretações ajudam a esclarecer

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Como desdobramento da revisão da ISO 14001 em 2015, o Comitê Técnico TC 207 da ISO aprovou em junho passado as interpretações desta norma – conjunto de perguntas e respostas propostas pelas comissões dos países ao Subcomitê SC1. A versão anterior era de fevereiro/2006, que substituiu a revisão de 2001.

As interpretações ajudam a esclarecer as intenções da norma ISO 14001:2015, sem alterar ou adicionar requisitos à esta norma. Elas podem ser propostas anualmente pelos países, para avaliação pelo SC1. Neste momento, foram propostas e aprovadas interpretações pelos Estados Unidos e Canadá (em versões anteriores, já houve interpretações com participação do Brasil).

No sentido de subsidiar uma boa transição dos SGAs para a nova versão, e considerando que ainda não está disponível ao público uma tradução oficial da ISO (ou ABNT), veja a seguir um resumo não oficial das interpretações em português com minha tradução livre (o texto completo das interpretações da ISO 1400:2015 estão publicadas no sítio eletrônico do SC1).

Neste post será apresentada a primeira parte destas interpretações. Na continuação vou escrever mais 2 posts com as demais interpretações, na sequência dos itens da Norma!

[wp-svg-icons icon=”arrow-right” wrap=”i”]Item da ISO 14001:2015: geral

Questão: A ISO 14001:2015 tem uma estrutura muito diferente das duas versões anteriores. Nossa documentação está alinhada com a existente na versão anterior. Nós temos de reestruturar nossa documentação para seguir a nova estrutura de itens?

Resposta: Não.

[wp-svg-icons icon=”arrow-right” wrap=”i”]Item da ISO 14001:2015: 3

Questão: As referências a outras normas nas notas na cláusula 3 (termos e definições) são normativas?

Resposta: Não.

[wp-svg-icons icon=”arrow-right” wrap=”i”]Item da ISO 14001:2015: 3.1.5

Questão: Há quaisquer situações nas quais “alta direção” se refira a pessoas fora do escopo do Sistema de Gestão Ambiental?

Resposta: Não.

[wp-svg-icons icon=”arrow-right” wrap=”i”]Item da ISO 14001:2015: 3.2.9

Questão: O termo “obrigações de cumprimento” da ISO 14001:2015 tem o mesmo significado da frase “requisitos legais e outros requisitos aos quais a organização subscreve” da edição anterior?

Resposta: Sim.

 

[wp-svg-icons icon=”arrow-right” wrap=”i”]Item da ISO 14001:2015: 3.2.10

Questão: Parece haver uma ambiguidade na ISO 14001:2015 se o termo “risco” tem somente uma conotação negativa ou inclui tanto a conotação negativa como positiva. A definição de “risco” (3.2.10) afirma que o risco pode ser positivo ou negativo, mas a definição de “riscos e oportunidades”(3.2.11) implica que o risco é somente negativo, enquanto que as oportunidades são positivas. Pode a organização decidir por si mesma se usará o termo “risco” em seu Sistema de Gestão Ambiental como um conceito somente negativo, ou tanto positivo como negativo?

Resposta: Sim.

[wp-svg-icons icon=”arrow-right” wrap=”i”]Item da ISO 14001:2015: 3.3.4

Questão: Na Nota 1 do item 3.3.4 “terceirizar (verbo),” a frase “fora do escopo do sistema de gestão” significa “fora do escopo do sistema de gestão ambiental”?

Resposta: Sim

Michel Epelbaum – diretor da Ellux Consultoria

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NOVIDADES NAS NORMAS ISO DE GESTÃO AMBIENTAL!!! https://elluxconsultoria.com.br/iso-gestao-ambiental/ https://elluxconsultoria.com.br/iso-gestao-ambiental/#comments Tue, 29 Aug 2017 12:57:46 +0000 http://elluxconsultoria.com.br/?p=1728 Na esteira das revisões das normas de Sistemas de Gestão da ISO (p.ex. ISO 9001 e ISO 14001), listamos as novidades normativas em andamento relacionadas à gestão ambiental e aos Sistemas de Gestão Ambiental no ISO TC 207: ISO 14004 – Guia para SGA Foi publicada em 01/03/16 a revisão da norma ISO 14004 –

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Na esteira das revisões das normas de Sistemas de Gestão da ISO (p.ex. ISO 9001 e ISO 14001), listamos as novidades normativas em andamento relacionadas à gestão ambiental e aos Sistemas de Gestão Ambiental no ISO TC 207:

ISO 14004 – Guia para SGA

Foi publicada em 01/03/16 a revisão da norma ISO 14004 – Sistemas de Gestão Ambiental – Diretrizes Gerais nos princípios, sistemas e técnicas de suporte. Ela provê diretrizes adicionais para o entendimento e implementação do Sistema de Gestão Ambiental conforme a Norma ISO 14001:2015, com exemplos ilustrativos. Tal norma está em fase final de tradução pelo Comitê Técnico CB 38 da ABNT.

Interpretação dos Requisitos da Norma ISO 14001:2015

Foi aprovada em julho/17 as interpretações (conjunto de perguntas e respostas) sobre o entendimento da ISO 14001:2015. Este documento já existia para as Normas ISO 9001 e ISO 14001 há vários anos, e agora estão sendo atualizados.

ISO 19011 – Guia para Auditoria de Sistemas de Gestão

A Norma ISO 19011 –  Diretrizes para auditoria de Sistemas de Gestão, está em revisão (previsão para publicação em 2018) para se atualizar diante das mudanças das Normas de Sistemas de Gestão. Esta norma é a principal referência normativa para a realização de auditorias internas e externas do Sistema de Gestão Ambiental (além de outros como qualidade, segurança, etc.), além dos critérios de certificação.

ISO 14005 – Implementação faseada de SGA

Está em revisão a Norma ISO 14005 – Sistemas de Gestão Ambiental – Diretrizes para implementação em fases de um Sistema de Gestão Ambiental (originalmente publicada em 2010), incluindo o uso de Avaliação de Desempenho Ambiental, que visa facilitar a implementação dos SGA’s pelas pequenas e médias empresas. A expectativa é de publicação em 2018.

ISO 14006 e ISO 19991 – Ecodesign

Está em fase de revisão (com previsão de publicação em 2018) a norma ISO 14006 – Sistemas de Gestão Ambiental – Diretrizes para a incorporação de Eco-design (originalmente publicada em 2011), de modo a se adequar às revisões recentes das normas ISO 14001/14004, e demais mudanças normativas da ISO.

Adicionalmente, uma nova norma está sendo elaborada para orientar o Ecodesign: a ISO 19991 – Projeto Ecologicamente Consciente (ECD) — Princípios, requisitos e diretrizes.

ISO 14002-1 – Gerenciamento de aspectos e condições ambientais – tópicos específicos

Uma nova subsérie de normas – a série ISO 14002 – está sendo elaborada dentro da Série ISO 14000 para complementar a compreensão dos usuários da norma ISO 14001 no gerenciamento sistemático de aspectos ambientais, responder às condições ambientais cambiantes e endereçar áreas de tópicos específicos pertinentes para as organizações, seus setores de produtos/serviços, e dentro da perspectiva das agendas de políticas públicas. A primeira norma delas é a ISO 14002-1 – Sistemas de Gestão Ambiental – Diretrizes para a aplicação da estrutura da ISO 14001 para aspectos e condições ambientais por áreas de tópicos – Parte 1: Geral. As áreas de tópicos ambientais a serem normatizadas estão sendo discutidas, porém especula-se que sejam criadas normas para águas e resíduos, dentre outras.

ISO 14007 – Custos e Benefícios Ambientais

Uma nova norma está sendo elaborada (com publicação prevista para 2019) para a determinação e comunicação dos custos e benefícios ambientais associados com seus aspectos, impactos e dependências em recursos naturais e serviços do ecossistema: a ISO 14007 – Gestão Ambiental – Determinando Custos e Benefícios Ambientais — Diretrizes.

ISO 14008 – Avaliação Monetária

Uma nova norma está sendo elaborada (com publicação prevista para 2018) para apoiar as organizações em suas avaliações financeiras dos impactos ambientais, aumentando a conscientização, entendimento, comparabilidade e transparência: a ISO 14008 – Avaliação Monetária dos aspectos e impactos ambientais – Princípios, Requisitos e Diretrizes.

ISO 14009 – Circulação de Materiais

Uma nova Norma, a ISO 14009 – Sistemas de Gestão Ambiental: Diretrizes para a incorporação do reprojeto de produtos e componentes para melhorar a circulação de materiais, foi proposta em 2016 pelo ISO TC 207. O termo circulação de materiais engloba conceitos de redução, reuso, remanufatura, reciclagem e de economia circular tanto para materiais e componentes de produtos.

ISO 14016 – Verificação de Relatórios Ambientais

Está sendo elaborada a nova norma ISO 14016 – Gestão Ambiental – Diretrizes para a verificação de relatórios ambientais

Como vemos, a normatização em gestão ambiental continua crescendo em importância, e representa uma oportunidade de melhoria do desempenho das organizações.

Continuarei atualizando periodicamente estas informações, a partir das reuniões dos Comitês CB 38 (ABNT) e TC 207 (ISO)!

Michel Epelbaum – diretor da Ellux Consultoria

Consulte nossos serviços de Consultoria, Treinamento e Auditoria em Sistemas de Gestão de Meio Ambiente e Qualidade, inclusive nas Normas ISO 14001 :2015– ambiental e ISO 9001 :2015– qualidade.

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Norma ISO 14001:2015  https://elluxconsultoria.com.br/normaiso140012015/ https://elluxconsultoria.com.br/normaiso140012015/#respond Tue, 08 Sep 2015 18:25:32 +0000 http://elluxconsultoria.com.br/?p=1713 PRINCIPAIS MUDANÇAS A ISO 14001:2015  já foi publicada! Alguns pontos de mudança da ISO 14001 originaram-se da adoção do Anexo SL das Diretivas ISO – Estrutura de Ato Nível, que padroniza títulos de subcláusulas, texto principal, termos comuns e definições fundamentais para melhorar a compatibilidade e alinhamento entre todas as normas de sistemas de gestão

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PRINCIPAIS MUDANÇAS

A ISO 14001:2015  já foi publicada!

Alguns pontos de mudança da ISO 14001 originaram-se da adoção do Anexo SL das Diretivas ISO – Estrutura de Ato Nível, que padroniza títulos de subcláusulas, texto principal, termos comuns e definições fundamentais para melhorar a compatibilidade e alinhamento entre todas as normas de sistemas de gestão ISO (inclusive com a ISO 9001 que deve ser publicada também neste ano). Os principais pontos de revisão que são comuns a todas as normas de sistemas de gestão são:

Revisão do PDCA do SGA, mais alinhado à estrutura da Norma ISO 9001:

P (planejamento)

Ganhou um requisito mais amplo que engloba aspectos ambientais e requisitais legais, chamado de ações para endereçar riscos e oportunidades, com a visão de riscos e oportunidades para o SGA;

D (suporte e operação)

Parte do requisito de responsabilidades foi transferido para um novo requisito Liderança;

C (avaliação de desempenho)

O requisito de ações corretivas e preventivas foi transferido para o A (melhoria), e o de registros para o D (suporte e operação);

A (melhoria)

O elemento de análise crítica pela administração foi transferido para o C (avaliação de desempenho), e ganhou um requisito de melhoria contínua (como na ISO 9001:2015).

Requisito Contexto da Organização

Um novo requisito compreendendo o contexto da organização foi incorporado para identificar e alavancar oportunidades para o benefício tanto da organização como do meio-ambiente. Particular atenção é dada a questões relacionadas com as necessidades e expectativas das partes interessadas (incluindo os requisitos regulamentares) e as condições ambientais locais, regionais ou globais que possam afetar a organização ou serem afetados por esta. Uma vez identificadas como prioridade, as ações para mitigar o risco adverso ou explorar oportunidades benéficas estão integradas no planejamento operacional do sistema de gestão ambiental.

Documentação

Refletindo a evolução dos sistemas informatizados e computação nas nuvens para rodar sistemas de gestão, a revisão incorpora o termo “informação documentada”, em lugar de «documentos» e «registros». Para alinhar com a ISO 9001, a organização possui a flexibilidade para determinar quando são necessários “procedimentos” para assegurar o controle efetivo dos processos. Em nenhum requisito é definida a necessidade de procedimento (somente informação documentada e processos).

As principais mudanças específicas

Liderança

Uma nova cláusula foi adicionada para reforçar o comprometimento e responsabilidades da alta administração para com a gestão ambiental.

Gestão Ambiental Estratégica

Ênfase na importância da gestão ambiental nos processos de planejamento estratégico da organização, e sua inserção no contexto mais amplo da sustentabilidade econômica, ambiental e social.

Proteção ao meio-ambiente

Ampliação do comprometimento da organização com iniciativas proativas para proteger o meio-ambiente, coerentes com o contexto da organização, indo além da prevenção da poluição, como a utilização sustentável dos recursos, mitigação das alterações climáticas e adaptação, a proteção da biodiversidade e dos ecossistemas, etc.

Desempenho ambiental

Mudança de “melhoria do sistema de gestão” para “melhoria do desempenho ambiental”. Consistente com a política da organização, conforme o caso, consiste em reduzir as emissões, efluentes e resíduos, dentre outros itens, em níveis estabelecidos pela organização.

Abordagem de Ciclo de Vida

Foi reforçada a exigência atual para gerenciar, de acordo com a capacidade de controle e influência, os aspectos ambientais associados a bens e serviços adquiridos, além do uso/tratamento/disposição final dos produtos. Porém isso continua não implicando na obrigação de fazer uma avaliação do ciclo de vida do produto.

Comunicação

Foi ampliado e reforçado o processo de comunicação, com a necessidade de desenvolvimento de uma estratégia de comunicação com igual ênfase para comunicações internas e externas. Foi explicitado requisito para as pessoas fazerem sugestões para a melhoria do SGA. A decisão de comunicar externamente é estabelecida pela organização, mas a decisão deve levar em conta as informações estabelecidas pelo processo de comunicação definido e aquelas assumidas como obrigações pela organização (p.ex. exigidas pela legislação, órgãos reguladores ou assumidas perante outras partes interessadas).

As revisões se estenderam a todos os tópicos da norma, incluindo as definições, introdução, requisitos e anexos, sendo que os requisitos se tornaram mais detalhados, de modo geral.

TRANSIÇÃO

Um processo de 3 anos de transição da certificação para esta nova versão foi estabelecido pelo IAF (International Accreditation Forum), no documento IAF ID10:2015, publicado em 27/02/2015, em conjunto com o ISO Committee on Conformity Assessment (CASCO), a partir da data de publicação da ISO 14001:2015.

Certificações ISO 14001:2004 não serão válidas após 3 anos da data de publicação da norma. A data de expiração dos certificados ISO 14001:2004 emitidos durante o período de transição devem corresponder à data final do período de 3 anos a partir da data de publicação da ISO 14001:2015.

A ISO 14004 também tem sua revisão prevista para publicação ainda neste ano, alinhando-se à mudança da ISO 14001.

Michel Epelbaum – diretor da Ellux Consultoria

Consulte nossos serviços de Consultoria, Treinamento e Auditoria em Sistemas de Gestão da Qualidade e Meio Ambiente, inclusive nas Normas ISO 9001:2015 e ISO 14001:2015.

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