{"id":1023,"date":"2017-01-30T19:11:13","date_gmt":"2017-01-30T19:11:13","guid":{"rendered":"http:\/\/elluxconsultoria.com.br\/?p=1023"},"modified":"2018-09-18T13:56:11","modified_gmt":"2018-09-18T13:56:11","slug":"acidentes-do-trabalho-no-brasil","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/elluxconsultoria.com.br\/?p=1023","title":{"rendered":"Queda de n\u00famero de acidentes do trabalho no Brasil em 2015"},"content":{"rendered":"
A 24\u00aa edi\u00e7\u00e3o do Anu\u00e1rio Estat\u00edstico da Previd\u00eancia Social <\/a>\u00a0trouxe os dados estat\u00edsticos de acidentes<\/strong> no Brasil relativos a 2015, sendo a queda dos n\u00fameros de acidentes a principal conclus\u00e3o:<\/p>\n N\u00daMERO DE ACIDENTES<\/strong> \u2013 registro de 612.632 acidentes de trabalho<\/strong> em 2015 (14% menos do que em 2014<\/strong> – 712.302).<\/p>\n \u00a0 POR GRAVIDADE – <\/strong>O n\u00famero de mortes foi de 2.502<\/strong> (11% menor do que em 2014<\/strong> – 2.819). As incapacidades tempor\u00e1rias diminu\u00edram 15,05% perante 2014 e as incapacidades permanentes decresceram em 31,05%<\/strong> (11.000 em 2015). As principais consequ\u00eancias dos acidentes de trabalho<\/strong> liquidados foram as incapacidades tempor\u00e1rias com menos de 15 dias (57,05%) e com mais de 15 dias (24,85%).<\/p>\n \u00a0 <\/p>\n \u00a0<\/strong><\/p>\n POR SEXO<\/strong> – Trabalhadores do sexo masculino responderam por 70,32% do total dos acidentes e as mulheres, por 29,67%.<\/p>\n POR MOTIVO<\/strong> – Dos quase 503 mil com registro de CAT (comunicados de acidentes do trabalho, 11%<\/strong> a menos em rela\u00e7\u00e3o a 2014), os chamados acidentes t\u00edpicos<\/strong>, decorrentes da atividade profissional, representaram 76,28%,<\/strong> os de trajeto foram 21,08%<\/strong> e os por doen\u00e7a, 2,63%.<\/strong><\/p>\n POR FAIXA ET\u00c1RIA<\/strong> – Nos acidentes t\u00edpicos e nos de trajeto<\/strong>, a faixa et\u00e1ria decenal\u00a0com maior incid\u00eancia de acidentes foi a constitu\u00edda por pessoas de 25 a 34 anos<\/strong> com, respectivamente, 34,35% e 36,71% do total de acidentes registrados. Nas doen\u00e7as de trabalho<\/strong> a faixa de maior incid\u00eancia foi a de 30 a 39 anos<\/strong>, com 34,23% do total de acidentes registrados.<\/p>\n POR PROFISS\u00c3O<\/strong> – a maior quantidade de acidentes t\u00edpicos<\/strong> se concentrou nos grupos “trabalhadores dos servi\u00e7os” <\/strong>(que abrange atividades dom\u00e9sticas, de hotelaria, alimenta\u00e7\u00e3o, beleza e seguran\u00e7a, entre outras, conforme o C\u00f3digo Brasileiro de Ocupa\u00e7\u00f5es – CBO), com 15,93%<\/strong> do total; e “trabalhadores de fun\u00e7\u00f5es transversais\u201d<\/strong> (que inclui supervisores em embalagem e etiquetagem, operadores de rob\u00f4s, condutores de ve\u00edculos, operadores de movimenta\u00e7\u00e3o de cargas e alimentadores de produ\u00e7\u00e3o, dentre outras), com 15,84%<\/strong> do total.<\/p>\n POR SETOR DE ATIVIDADE<\/strong> – a ind\u00fastria<\/strong> respondeu por 41,09%<\/strong> dos acidentes<\/strong> registrados com CAT e os servi\u00e7os<\/strong>, por 55,69%.<\/strong> A agropecu\u00e1ria concentrou 3,23%. Nas doen\u00e7as<\/strong> de trabalho, o subsetor “atividades financeiras”<\/strong> teve participa\u00e7\u00e3o de 19,38%<\/strong> e o segmento com\u00e9rcio\/repara\u00e7\u00e3o de ve\u00edculos automotores, de 9,21%.<\/p>\n POR C\u00d3DIGO CID<\/strong> – os de maior participa\u00e7\u00e3o foram ferimento do punho e da m\u00e3o<\/strong> (S61), fratura ao n\u00edvel do punho ou da m\u00e3o<\/strong> (S62) e traumatismo superficial do punho e da m\u00e3o<\/strong> (S60) com, respectivamente, 9,78% 6,24% e 4,73%<\/strong> do total. Nas doen\u00e7as do trabalho<\/strong> os CID\u2019s mais incidentes foram les\u00f5es no ombro<\/strong> (M75), sinovite e tenossinovite<\/strong> (M65) e dorsalgia<\/strong> (M54), com 22,07%, 12,87% e 7,45%,<\/strong> do total.<\/p>\n POR PARTE DO CORPO<\/strong> \u2013 as de maior incid\u00eancia de acidentes de motivo t\u00edpico foram o dedo, a m\u00e3o<\/strong> (exceto punho ou dedos) e o p\u00e9<\/strong> (exceto artelhos) com, respectivamente, 29,34%, 8,48% e 7,79%<\/strong>. Nos acidentes de trajeto<\/strong>, as partes do corpo mais atingidas foram Partes M\u00faltiplas, P\u00e9<\/strong> (exceto artelhos) e Joelho<\/strong> com, respectivamente, 12,03%, 8,64% e 8,58%.<\/strong> Nas doen\u00e7as do trabalho<\/strong>, as partes do corpo mais incidentes foram o ombro, o dorso<\/strong> (inclusive m\u00fasculos dorsais, coluna e medula espinhal) e membros superiores<\/strong>, com 19,93%, Mesmo considerando positiva a queda do n\u00famero de acidentes e mortes<\/strong>, n\u00e3o podemos nos satisfazer com estes n\u00fameros. Continua imprescind\u00edvel a melhoria da gest\u00e3o preventiva de riscos de acidentes e doen\u00e7as do trabalho.<\/p>\n Neste sentido, \u00e9 positiva a aproxima\u00e7\u00e3o da publica\u00e7\u00e3o da nova norma internacional ISO 45001<\/strong> \u2013 Sistemas de Gest\u00e3o de Sa\u00fade Ocupacional e Seguran\u00e7a – Requisitos, esperada para o final de 2017, que substituir\u00e1 a fun\u00e7\u00e3o da atual OHSAS 18001<\/strong>, com maior amplitude.<\/p>\n Autor: Michel Epelbaum <\/strong>\u2013 Diretor da Ellux Consultoria<\/strong><\/em><\/p>\n Consulte nossos servi\u00e7os de\u00a0Consultoria<\/a><\/strong>,\u00a0Treinamento<\/a><\/strong>\u00a0e\u00a0Auditoria<\/a><\/strong>\u00a0em Sistemas de Gest\u00e3o, inclusive nas Normas\u00a0ISO 45001 e OHSAS 18001<\/strong>.<\/p>\n Saiba mais em nossos posts relacionados:<\/p>\n PUBLICADA A ISO 45001 \u2013 NOVA NORMA DE SA\u00daDE E SEGURAN\u00c7A<\/a><\/p>\n OS PASSOS PARA A IMPLEMENTA\u00c7\u00c3O\/CERTIFICA\u00c7\u00c3O DA ISO 45001 E O FIM DA OHSAS 18001<\/a>\u00a0<\/strong><\/p>\n APROVADA A ISO 45001 \u2013 SISTEMAS DE GEST\u00c3O DE SA\u00daDE OCUPACIONAL E SEGURAN\u00c7A!!!<\/a>\u00a0<\/strong><\/p>\n PARA ENTENDER POR QUE A ISO 45001 DEMOROU 20 ANOS!<\/a>\u00a0<\/strong><\/p>\n DIA MUNDIAL DA SEGURAN\u00c7A E SA\u00daDE NO TRABALHO<\/a><\/p>\n
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\n13,04% e 9,37%<\/strong>, respectivamente.<\/p>\n